Assembleia pode ser
definido como uma reunião de diversas pessoas que vão expor suas opiniões,
debater e tomar uma decisão sobre um assunto qualquer. A assembleia como forma de organização para a tomada
de decisões existe tanto no campo político como no campo particular. Podemos
encontrar assembleias que tomam decisões políticas de grande relevância, como
também há pequenas assembleias que discutem apenas as questões relacionadas à
comunidade local. Em qualquer um dos casos o objetivo é o mesmo: tomar uma
decisão que seja aprovada pela maioria das pessoas que formam a assembleia. Uma assembleia legislativa consiste na
câmara dos deputados estaduais e tem como principal função produzir legislação.
Uma assembleia constituinte é um conjunto de representantes de uma nação, que
tem como objetivo criar uma constituição (conjunto de leis) ou modificar uma
constituição já existente. No Brasil, a primeira assembleia constituinte surgiu
em 1823 com o apoio de D. Pedro I, para criação das primeiras leis do Brasil. Desde
a antiguidade os povos já se organizavam em Assembleia. Um exemplo está na
Grécia Antiga, onde aqueles que eram considerados cidadãos podiam participar
das assembleias, chamadas de Eclésias, dos conselhos e dos tribunais.
Capitalismo
é um sistema econômico e uma ideologia baseada na propriedade privada dos meios
de produção e sua operação com fins lucrativos. As características centrais deste sistema
incluem a propriedade privada, a acumulação de capital, o trabalho assalariado,
a troca voluntária, um sistema de preços e mercados competitivos. Em uma
economia de mercado capitalista, a tomada de decisão e o investimento são
determinados pelos proprietários dos fatores de produção nos mercados
financeiros e de capitais, enquanto os preços e a distribuição de bens são
principalmente determinados pela concorrência no mercado.
Fascismo é uma forma
de radicalismo político autoritário nacionalista que ganhou destaque no início
do século XX na Europa e teve origem na Itália. Os fascistas procuravam
unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a vigilância,
um estado forte, a mobilização em massa da comunidade nacional, confiando em um
partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em
princípios fascistas, hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o
comunismo totalitário ao socialismo democrático. Os movimentos fascistas
compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a
devoção a um líder forte e uma ênfase em ultranacionalismo, etnocentrismo e
militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo
como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional e afirma que as nações e
raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminando
aquelas consideradas fracas ou inferiores, como no caso da prática fascista
modelada pelo nazismo.
A palavra mesopotâmia tem origem grega e significa "terra entre
rios". Essa região localiza-se entre os rios Tigre e Eufrates no Oriente
Médio, onde atualmente é o Iraque. Esta civilização é considerada uma das mais
antigas da história. Vários povos antigos habitaram essa região entre os
séculos V e I a.C. Entre estes povos, podemos destacar: babilônicos, assírios,
sumérios, caldeus, amoritas e acádios. No geral, eram povos politeístas, pois
acreditavam em vários deuses ligados à natureza. No que se refere à política,
tinham uma forma de organização baseada na centralização de poder, onde apenas
uma pessoa (imperador ou rei) comandava tudo. A economia destes povos era
baseada na agricultura e no comércio nômade de caravanas.
Zoroastrismo é uma antiga
religião persa, que consiste na ideia principal do dualismo constante entre
duas forças, representando a luta entre o bem e o mal. Também conhecida por
Masdeísmo, esta religião teria sido fundada pelo profeta Zaratustra (conhecido
também como Zoroastro), em meados do século VII a.C, após este ter supostamente
presenciado a figura de um “ser de luz”, que se apresentou como Ahura Mazda (o
equivalente à Deus, para os cristãos). Zoroastro exerceu um papel de reformador
do padrão religioso da época, que consistia predominantemente no politeísmo. O
zoroastrismo é essencialmente monoteísta (culto exclusivo à Ahura Mazda) e
dualista (existência do bem e do mal).
Mitologia é a história de
personagens sobrenaturais, cercados de simbologia e venerados sob a forma de
deuses, semideuses e heróis, que regiam as forças da natureza, comandavam
raios, ventos, rios, céus e terras, sol e lua. É o conjunto de fábulas que
explicam a origem dos mitos, das divindades mitológicas, que tinham nas mãos o
destino dos homens e regiam o mundo. Mito, do grego, significa narrar, contar.
No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também
personagem divinizado. Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais, com que
os povos antigos reverenciavam os deuses e heróis. Mitologia é a ciência que procura a
explicação dos mitos, que têm um caráter social desde sua origem, e só são
compreensíveis dentro do contexto geral da cultura em que foram criados.
Politeísmo é a crença em vários deuses
ou diferentes divindades. Nas sociedades politeístas são admitidas as
existências de múltiplos deuses, normalmente cada um dedicado a uma
característica particular da natureza, como: deus do trovão, deus do sol, deusa
da chuva, deusa da terra e etc. O politeísmo era bastante comum em sociedades
da antiguidade, como na Grécia Antiga, Roma Antiga e Egito Antigo, por exemplo.
Atualmente, continua presente em algumas religiões de origem africana e
asiática. Cada divindade, no sistema politeísta, possuía forças e poderes
especiais, sendo especialistas em determinadas áreas, como elementos da
natureza, relações humanas, objetos, atividades e etc. Por exemplo, os gregos
antigos acreditavam que Afrodite era a deusa do amor, da beleza e da
sexualidade; enquanto que Atena era tida como a deusa da sabedoria e da
civilização, e assim em diante. Uma característica particular da maioria dos
deuses das sociedades politeístas era a presença das suas personalidades
únicas. Os deuses gregos e romanos, por exemplo, de acordo com as respectivas
mitologias, viviam interferindo diretamente na vida dos mortais e, às vezes,
agindo com crueldade.
Indústria é uma atividade econômica surgida na Primeira Revolução
Industrial, no fim do século XVIII e início do século XIX, na Inglaterra, e que
tem por finalidade transformar matéria-prima em produtos comercializáveis,
utilizando para isto força humana, máquinas e energia. A Revolução Industrial,
por sua vez, surgiu da transição do capitalismo comercial para o capitalismo
industrial da segunda metade do século XVIII. Esta Primeira foi baseada em
vapor, carvão e ferro, mas a partir de 1860 surge a Segunda Revolução Industrial,
empregando aço, energia elétrica e produtos químicos, e simultaneamente o
capitalismo industrial se tornou capitalismo financeiro. A partir de 1970
ocorre a Terceira Revolução Industrial, com o desenvolvimento da informática.
Manufatura é um modo de produzir onde a técnica
ainda é artesanal, porém com organização e divisão do trabalho entre vários
operários que realizam atividades especificas.
A produção das manufaturas era geralmente voltada a atender o mercado
local. Manufatura significa obra feita à mão. Manufaturar é produzir com
trabalho manual. No processo manufatureiro vigora a divisão do trabalho, onde
cada operário realiza uma operação utilizando instrumentos individuais. A manufatura
sucedeu o artesanato, no século XV, como forma de produção e organização de
trabalho. Manufatura é um estabelecimento fabril em que a
técnica de produção é artesanal, mas o trabalho é desempenhado por grande
número de operários, que devem cumprir uma jornada de trabalho com hora para
iniciar e terminar, sob a direção de um patrão.
Bárbaro é um termo utilizado primeiramente por gregos e mais
tarde por romanos para se referir a qualquer estrangeiro que não tivesse os
mesmos hábitos, cultura, idioma e que viviam em organização social e econômicas
diferente. Os bárbaros eram vistos como inferiores ou não civilizados. A expressão
ficou famosa mesmo por volta do século I a.C., quando os romanos passaram a
chamar de bárbaros todos os povos nômades ou seminômades do norte da Europa que
viviam além das fronteiras imperiais. Nos relatos dos inimigos romanos – poucos
grupos bárbaros sabiam escrever -, os bárbaros entraram para a história como
sujos, sanguinários, primitivos e incontroláveis. Mas o fato é que eles eram
relativamente civilizados, morando em pequenas aldeias, cultivando cereais e criando
gado. Esses povos viveram em relativa paz com os romanos até o século IV,
quando uma horda de hunos vindos do leste invadiu a Europa, pressionando os
outros povos a entrar pelas fronteiras do Império Romano. Entre os povos
bárbaros mais conhecidos estão: Alanos, Anglos, Alamanos,
Burgúndios, Francos, Frísios, Godos, ostrogodos, visigodos, Hérulos, Hunos, Lombardos,
Rúgios, Saxões, Suevos, Teutões, Vândalos, Vikings.
A servidão
disseminou-se na Europa no século X e tornou-se a forma predominante de
organização do trabalho agrário europeu durante toda a Idade Média. Não pode se
confundir servo com escravo ou servidão com escravidão. O servo é um homem
livre, porém, está preso há uma condição social em que não têm os meios para
sobreviver.
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